A imagem parece banal: a borboleta pousa, bebe néctar e segue seu caminho.
Mas aqui acontece um dos processos mais eficientes da natureza: ao mergulhar na flor, a borboleta se cobre de pólen.
Ao visitar outra, parte desse material é transferido para a nova planta, permitindo que flores que jamais se tocariam troquem informação genética e produzam sementes.
