Na imagem, uma foca‑cinzenta cochila na costa da Escócia, indiferente à pressa humana.

E com razão: poucas criaturas dominam tão bem o ofício do descanso.

Essas focas não apostam em longas maratonas de sono, mas preferem cochilos estratégicos.

No mar, dormem leve, mantendo metade do cérebro alerta para respirar e escapar de predadores.

Em praias isoladas, mergulham num sono profundo, enroladas na areia ou sobre pedras aquecidas pelo sol.

É eficiência energética em versão mamífera.