Noturna? Só quando convém.
A coruja‑buraqueira da imagem decidiu ignorar o roteiro clássico.
Enquanto outras corujas saem à noite, ela assume o turno do dia.
Enquanto outras vivem em árvores, ela prefere tocas no chão, escavadas ou reaproveitadas de tatus, que funcionam como abrigo e posto de observação.
