Fotografado na França, este ouriço-terrestre é daqueles personagens que trabalham enquanto o resto do mundo dorme.

Metade fofura, metade armadura viva, ele não corre nem confronta ao menor sinal de perigo: enrola-se em uma esfera perfeita, deixando que seus espinhos falem por ele.

Em regiões frias, hiberna durante o inverno e reaparece quando o solo ao redor volta à vida.

À noite, percorre o chão da floresta em busca de invertebrados como minhocas, besouros, lesmas e lagartas, guiado por faro e audição.

Ao consumir o que muita gente considera praga, atua como um controle biológico natural, ajudando a manter jardins e ecossistemas em funcionamento.