Imagine uma metrópole erguida por milhões de animais do tamanho de uma borracha de lápis, trabalhando sem descanso no coração do oceano.

Bem-vindo ao recife: não rocha, mas arquitetura viva.

Cada estrutura nasce de colônias de corais que secretam carbonato de cálcio e, camada sobre camada, constroem cidades submersas capazes de atravessar milênios.