À primeira vista, a imagem engana: o pôr do sol recorta silhuetas que lembram uma savana africana.
Mas o cenário é Piritiba, no interior da Bahia, um território de transição que desafia rótulos fáceis.
A região está entre a Caatinga — o único bioma exclusivo do país — e o Cerrado — a savana brasileira, um dos biomas mais biodiversos e ameaçados do planeta.
O resultado é um mosaico singular de árvores espaçadas e horizontes abertos, com espécies adaptadas a solos pobres, ciclos naturais de fogo e longos períodos de seca.
