Engana-se quem pensa que lontras-marinhas se resumem a bigodes simpáticos e sonecas flutuantes.

Por trás dos olhos curiosos, escondem-se grandes responsabilidades e desafios ainda maiores.

Entre 1741 e 1911, a caça por suas peles quase as levou à extinção.

A conservação lhes deu uma segunda chance, mas derramamentos de óleo, redes de pesca, doenças e oceanos cada vez mais quentes continuam a ameaçar seu futuro.