No Parque Nacional de Yellowstone, em Wyoming, Estados Unidos, bisões-americanos pastam envoltos pelo vapor das fontes termais.

Símbolos de força, esses gigantes de quase uma tonelada já dominaram as planícies norte-americanas em imensas manadas, mas foram caçados quase até a extinção no século XIX.

Hoje, seu retorno às pradarias não é apenas um triunfo ecológico — com manadas em Yellowstone chegando a cerca de 6 mil animais — mas também uma reparação cultural conduzida pelas comunidades indígenas, que se unem a conservacionistas para restaurar os bisões às terras ancestrais.