Poucas criaturas evocam o fascínio do Natal como as renas.

Elas são símbolos do espírito natalino e brilham nesse papel.

Resistentes e firmes, puxam o trenó do Papai Noel desde que o escritor americano Clement Clarke Moore as colocou nessa função em seu poema de 1823, “Uma Visita de São Nicolau”.

E nasceram para isso.

Seus cascos encolhem no inverno para expor uma borda aderente e se expandem nos meses quentes para garantir melhor tração.

Ainda não impressionado?

Considere isto: as renas não têm um relógio biológico.

Em vez disso, sua melatonina — o hormônio que regula o sono — se ajusta à luz e à escuridão, ajudando-as a permanecer acordadas durante a noite.

Seus corpos são robustos — os machos podem pesar entre 180 a 250 quilos — e sustentam galhadas que chegam a mais de 140 centímetros.